sábado, 17 de julho de 2021

Parceira da Amusep com a Retur vai promover o Turismo na região



 

O presidente da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense, prefeito de Ângulo, Rogério Aparecido Bernardo, anunciou, nesta sexta-feira (16), a formalização da parceria entre a Amusep e a Rede de Turismo Regional (Retur). Foi durante a reunião mensal da Câmara Técnica da área realizada, pela manhã, por meio de videoconferência.

 

Bernardo recordou que, no dia 23 de junho, a Amusep iniciou uma negociação com a Retur, para estabelecer um termo de cooperação técnica para o atendimento de 23 dos 30 municípios da área de abrangência da Associação. Sete deles já mantêm convênio com a Rede. “De imediato a Wanda (Pille, presidente da instituição), encaminhou uma proposta. Nós avaliamos, fizemos uma contraproposta e, nesta semana, chegamos a um consenso”, comentou.

 

Duas etapas

 

Em um primeiro momento, a parceria vai compreender duas etapas. A inicial, com o objetivo de cadastrar o maior número possível de municípios da região no Mapa do Turismo Brasileiro, cujo prazo se encerra no próximo dia 30. A segunda, de acompanhar, orientar e monitorar a execução do Plano de Ação de cada uma destas cidades.

 

De acordo com Bernardo, a engenharia do termo de cooperação é uma forma de deixar o Turismo em evidência na pauta dos gestores municipais. “Partimos do zero. Desenhamos uma estratégia coordenada e organizada para promover o segmento na Amusep e colher os frutos da produção de riqueza, abertura e manutenção de empregos e fixação das pessoas nas cidades de origem”, destacou.

 

Diagnóstico

 

Outro assunto da pauta da reunião mensal da Câmara Técnica do Turismo, foi o inventário regional elaborado pelo Sebrae. É uma ação complementar, que vai somar ao trabalho da Retur. “É um diagnóstico com as informações sobre os pré-requisitos básicos exigidos para os municípios se cadastrarem no Mapa Brasileiro. A partir daí, vamos apresentar um cenário sobre a realidade e oferecer subsídios para a atuação dos gestores municipais”, explicou o consultor credenciado do Sebrae, Nícolas Nering.

 

Turismólogo e responsável pela área em São José dos Pinhais, Nering enviou um questionário para os 30 municípios. Uma análise preliminar identificou que, em 21 deles, inexiste o Conselho Municipal de Turismo. Em 11, não há um órgão oficial - gerência, diretoria, secretaria. Em seis, não há prestadores de serviços inscritos no Cadastur. Sete mantêm convênio com a Retur, mas, apenas, três cumprem todos os critérios exigidos pelo Mapa.

 

Paraná Turismo

 

A presença do chefe do Escritório Regional da Paraná Turismo, em Umuarama, Douglas Antônio Bácaro, no encontro, possibilitou o esclarecimento de uma série de dúvidas dos integrantes da Câmara Técnica. Ele falou sobre os pontos focais da Secretaria do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo do Estado e informou que, por decisão do titular da Pasta, Márcio Nunes, foi criado o Escritório Regional, em Maringá.

 

Bácaro elogiou a criação da Câmara Técnica, “a primeira do gênero no universo das associações regionais de municípios”, e destacou que a iniciativa repercutiu “muito bem” em Curitiba. Citou, ainda, que, por decisão de Nunes, os escritórios regionais do Instituto Água e Terra do Paraná (IAT) passaram a ter um ou dois técnicos para acompanhar os processos de licenciamento ambiental dos empreendimentos ligados ao Turismo. “A Secretaria está estruturada para atender a demanda iminente, após o segmento sofrer uma ‘devastação’, provocada pela pandemia da COVID-19”, afirmou.

 

Fértil

 

Para o coordenador da Câmara Técnica, secretário municipal de Lobato, Altino Pires de Araújo Neto, a terceira reunião mensal do colegiado revelou que as “sementes germinaram”, que os detalhes estão sendo observados. Que os brotos estão sendo tratados com os cuidados necessários para a formação de uma “seara” perene e autossustentável. “Os gestores estão engajados. Todos comprometidos em fazer do Turismo uma importante fonte de renda e emprego nos respectivos municípios”, frisou.

 

 

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Cláudio Galleti

44 9 9973-3232

quinta-feira, 15 de julho de 2021

Maringá tem o DOBRO da média nacional nos deslocamentos com bike ❤👏🏼 ⬆️ Os investimentos nas ciclovias são bem aplicados e a prova disso são os dados inéditos de mobilidade urbana que identificaram que as bicicletas representam 6% dos deslocamentos em Maringá 🚲 Curitiba, por exemplo, tem apenas 2% de trajetos feitos por bikes. 

Nossa cidade conta com 41 km de ciclovia e ampliaremos ainda mais. A próxima prevista será na avenida Tuiuti, do Contorno Norte até a avenida Brasil. O trecho mais novo é na avenida Riachuelo, na Vila Operária! 

O estudo faz parte das ações do Plano de Mobilidade Urbana (PlanMob). O primeiro de Maringá e que transforma o transito mais sustentável, seguro e ágil 

Thiago Louzada
#UlissesMaia #GestorPúblico #Mobilidade #Sustentabilidade #VoudeBike #Maringá

sexta-feira, 9 de julho de 2021

Lei do Superendividamento reforça proteção do consumidor

 

Ciro Expedito Scheraiber, procurador de Justiça, coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Defesa do Consumidor e da Ordem Econômica.A Lei 14.181, de 1º de julho de 2021, promoveu alterações no Código de Defesa do Consumidor para incluir disposições que preveem a proteção do consumidor em relação à concessão de crédito, dispondo sobre as condições de recuperação de sua vida financeira nos casos de situação denominada de superendividamento.

A lei têm três pilares para informar esse propósito, quais sejam: a educação financeira para o consumo, a garantia da prática de crédito responsável e a prevenção e o tratamento de situações de superendividamento. Considera que superendividada é a pessoal natural de boa-fé que não pode pagar a totalidade de suas dívidas sem comprometer o mínimo existencial.

É que a lei considera que o consumidor pessoa física que entrou em processo de endividamento invencível por causas diversas – como perda de emprego, doença ou outros fatores de força maior – tenha sua vida financeira recuperada pela composição de suas dívidas, ou mesmo por cancelamento, com o restabelecimento do seu direito de continuar usufruindo no futuro de crédito ao consumo.

Destacam-se como novidades os direitos do consumidor de ser informado e orientado previamente à contratação do crédito sobre o valor total com os encargos do financiamento, o seu custo efetivo, taxas mensais de juros e encargos por atraso, a soma total das prestações e o direito de antecipar o pagamento com os descontos correspondentes.

Buscou a lei que haja boa-fé de todos os envolvidos, intermediários do crédito, quer na contratação do crédito, quer na cobrança de dívidas. Para isso, impõe deveres aos fornecedores, decorrentes da conexão de todos os contratos, principais e acessórios, que permeiam a outorga do crédito, prevendo a responsabilidade solidária de todos os envolvidos. Foi enfatizado o direito de arrependimento na contratação a distância, já previsto no CDC, e que a cópia do contrato seja de forma voluntária repassada ao consumidor e garantidores.

As publicidades não podem induzir ao incremento do crédito, assim como é condenado o assédio ou a pressão ao consumidor, principalmente em relação a idosos, analfabetos, doentes, desempregados ou pessoas em estado de vulnerabilidade, proibindo-se expressões do tipo “sem consulta no SPC” ou que digam que a outorga será sem avaliação financeira do consumidor.

Em se tratando de dívida lançada em fatura de cartão de crédito, no caso de negociação estabelecida ou em disputa extrajudicial ou judicial, permite-se ao consumidor notificar a administradora do cartão de que a dívida não poderá ser cobrada enquanto não houver o deslinde da questão.

Agora pode haver negociações administrativas ou extraprocessuais em bloco, nas quais o total das dívidas do consumidor seja considerado para esse efeito, sempre observando as condições de subsistência mínima, o chamado mínimo existencial, para evitar a ruína pessoal do consumidor, a chamada exceção da ruína. É o estabelecimento do dever de cooperação dos credores, como forma de expressão de boa-fé contratual. No estabelecimento das condições de pagamento, serão previstas as suspensões de ações ou execuções de dívidas, bem como a retirada do nome do consumidor dos cadastros de inadimplência.

A lei incluiu no Código de Defesa do Consumidor os núcleos de conciliação e mediação de conflitos do superendividamento, como instrumentos de recuperação da vida financeira do consumidor. E também é importante considerar que passarão a ser nulas as cláusulas que limitem o acesso ao Judiciário ou impeçam o restabelecimento dos direitos do consumidor e a retomada de seus pagamentos após ter quitado o acordado ou ter efetuado o pagamento dos juros de mora.

Caso não haja conciliação, no “processo de superendividamento” judicial, o magistrado poderá deferir a repactuação da dívida globalmente, mediante plano de pagamento em até cinco anos, desde que, da mesma forma, seja preservado o mínimo existencial.

Houve alguns vetos à lei, principalmente no que se refere ao empréstimo consignado, que, entretanto, já possui regulamentação geral que subsidiará o combate a essa modalidade de superendividamento. No entanto, os vetos ainda serão submetidos à análise do Congresso Nacional.

Impera o consenso no Sistema Nacional de Defesa do Consumidor de que a lei é positiva e constituirá um forte instrumento de afirmação da cidadania do consumidor, condição que se esperava há cerca de uma década, com o PL 283 inicialmente proposto e que agora se materializou com a edição da lei.

Cientistas detalham pela primeira vez fatores genéticos que aumentam o risco de adoecer e morrer de Covid-19

 


Colaboração sem precedentes na pandemia envolveu 46 estudos de 19 países e foi publicado esta quinta-feira na Nature é o que informa a matéria do G1.

Numa colaboração sem precedentes na pandemia, cientistas identificaram fatores genéticos que aumentam o risco de contrair e desenvolver casos graves de Covid-19. O trabalho é resultado da análise de dados de 46 estudos, de 19 países, realizados por 3.300 pesquisadores e foi publicado nesta quinta-feira pela revista Nature. Foram descobertas 13 regiões do genoma humano, em oito cromossomos, que influenciam o risco de uma pessoa adoecer e morrer de Covid-19.

Para tanto, os pesquisadores trabalharam com dados de 49 mil pessoas com Covid-19 e outros 2 milhões de indivíduos, usados para comparação. Entre os fatores que aumentam o risco de desenvolver Covid-19 grave, ser homem, estar acima do peso e mais velho são os principais. Ter diabetes, doenças cardiovasculares e hipertensão também contam.

Mas há pessoas sem nenhuma comorbidade conhecida que adoecem com severidade. E outras que, apesar de comorbidades, sequer apresentam sintomas. Determinadas alterações genéticas podem explicar esses casos misteriosos e também potencializar os danos de comorbidades conhecidas.

Os cientistas da rede Iniciativa para o Estudo da Genética do Hospedeiro (Covid-19-HGI) não identificaram ainda genes específicos e as alterações que poderiam agravar a Covid-19. Mas descobriram que mutações em regiões dos cromossomos 3, 6, 8, 9, 12, 17, 19 e 21 estão associadas à suscetibilidade ou à severidade da doença.

A maior importância da pesquisa é mostrar que existe um mecanismo genético e que ele fará diferença no curso da doença. Não sabemos quais são os genes envolvidos, mas já podemos afirmar que existem pessoas geneticamente mais suscetíveis. E essa suscetibilidade pode não ser evidente, a não ser que a pessoa seja exposta ao coronavírus — afirma um dos coordenadores da rede, Mark Daly, do Instituto Broad, em Boston.

Genes podem ser decisivos para jovens

No Brasil, a pesquisa contou com a colaboração de cientistas do estudo Determinantes Genéticos de Complicações da Covid-19 na População Brasileira, desenvolvido no Instituto do Coração da USP.

Para os jovens, genes podem ser decisivos. Andrea Ganna, do Instituto de Medicina Molecular da Finlândia, também coordenador da rede global, destacou que a identificação de fatores de risco genético é particularmente importante para os indivíduos mais jovens, que tenham vulnerabilidade não aparente.

 

Ainda há muito trabalho à frente antes que todos os genes associados à Covid-19 sejam descobertos. Mas uma das primeiras aplicações, quando isso ocorrer, será o desenvolvimento de testes genéticos para detecção de risco aumentado, prognóstico da doença e estratégia de tratamento. Outra, o reposicionamento de remédios que já existem para tratar determinadas conexões biológicas associadas a essas mutações e/ou o desenvolvimento de drogas específicas.

 

Na apresentação do trabalho, Daly reconheceu que isso pode trazer um grande avanço para alguns, mas aumentar o abismo entre quem tem ou não acesso a serviços de saúde. Ele destacou ainda que a identificação de fatores genéticos associada à Covid-19 aumenta ainda mais a importância de as pessoas se protegerem com os recursos que já existem.

 

Se você não se expuser, não vai contrair o coronavírus, mesmo que seja geneticamente mais suscetível. Você não ficará doente ao se proteger. Mais do que a genética, o comportamento é determinante. E existe uma forma universal de prevenção, a vacina — enfatizou Daly.

 

Pontos vulneráveis ao coronavírus

Para investigar nossos pontos vulneráveis ao coronavírus, os cientistas tanto procuraram alterações genéticas que já haviam sido associadas anteriormente a infecções e a doenças autoimunes, quanto buscaram pontos de convergência em pessoas com quadro graves. Das 13 regiões do genoma relacionadas à Covid-19, seis têm variações específicas da doença e não estão ligadas a qualquer outra enfermidade.

 

A maioria das regiões do genoma identificadas abriga genes ligados ao sistema imunológico. Porém, algumas estão relacionadas à fisiologia do pulmão e já foram associadas ao câncer e à fibrose pulmonar.

 

Quatro das 13 áreas do genoma identificadas foram relacionadas à suscetibilidade ao Sars-CoV-2. Isto é, pessoas que possuem esse tipo variação genética correm um risco maior de desenvolver infecção, não necessariamente grave, caso entrem em contato com o coronavírus.

 

Entre elas está uma posição no cromossomo 3 onde fica o gene SLC6A20. Esse gene ajuda a regular a porta de entrada do coronavírus na célula humana, a proteína ACE2. Variações nesse gene facilitariam a invasão do coronavírus.

 

Nove das 13 regiões estão ligadas à severidade da Covid-19.  Uma delas fica no cromossomo 19 e mutações no gene TYK2 são o fator de risco mais provável. Esse gene ajuda regular o funcionamento do sistema imunológico. Algumas de suas formas alteradas podem aumentar o risco de doenças autoimunes. Já outras foram associadas à chance de desenvolver tuberculose. Na Covid-19, a função do TYK2 estaria reduzida, o que levaria ao agravamento da doença.

 

Limitações da pesquisa

O estudo tem limitações importantes. Uma delas é ter sido majoritariamente realizado na Europa e na América do Norte. Assim, 80% das pessoas cujos dados foram analisados têm ascendência europeia. Como em genética existem variações populacionais, o trabalho não oferece um quadro global.

 

Ainda assim, variações encontradas apenas em indivíduos de origem latina ou do leste da Ásia foram identificadas, o que mostra a importância de se investigar a diversidade populacional.

 

Uma dessas variações ou mutações está no gene FOXP4, no cromossomo 6.  Ela foi ligada a formas graves da Covid-19 e é encontrada muito mais frequentemente em populações de ancestralidade latina ou asiática. Mutações no FOXP4 já foram relacionadas a certas formas de câncer de pulmão.

Texto e imagem do siteTerra Brasil Notícias 

quinta-feira, 8 de julho de 2021

Tânia Periotto assume coordenação da Câmara Técnica da Educação da Amusep

 



A secretária Municipal de Educação de Maringá, professora doutora Tânia Regina Corredato Periotto, foi eleita coordenadora da Câmara Técnica da Educação da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep). A indicação do nome dela foi fruto do consenso entre os gestores municipais, que participaram da reunião para a retomada das atividades do colegiado, realizada nesta quarta-feira (7), à tarde, por meio de videoconferência.

Tânia agradeceu o apoio e a confiança dos colegas secretários. Disse que vai trabalhar para manter a Câmara Técnica como um ambiente favorável para o debate de boas práticas e para a troca de ideias. “A pandemia da COVID-19 provocou um tsunami na Educação. Temos que usar a nossa união como o principal pilar para fazer a reconstrução do que foi devastado pelo novo coronavírus”, destacou.

Alinhados

Para o presidente da Amusep, prefeito de Ângulo, Rogério Aparecido Bernardo, o fato de a escolha da professora Tânia ter sido por consenso demonstra o grau de integração entre os gestores. “Em um momento crítico, de imensa dificuldade para um dos setores mais afetados pela pandemia, os secretários dão provas de que estão alinhados para enfrentar o desafio do retorno das aulas presenciais”, ressaltou.

Bernardo recordou que as atividades da Câmara ficaram paralisadas por um ano e quatro meses. A reunião anterior ocorreu em quatro de março do ano passado, dias antes de a pandemia provocar estado de emergência e determinar a paralisação das aulas na Rede Municipal de Ensino nos 30 municípios da região da Amusep.

Comitê Gestor

Durante a videoconferência, foi definida, também, a constituição do Comitê Gestor da Câmara Técnica. Compõem a governança, os secretários municipais de Ângulo, Tânia Cristina Cintra Brunhera; de Astorga, Camila Silva Rosa; de Atalaia, Ariane Vilhena de Paiva; de Ivatuba, João Paulo Pacheco Rodrigues; de Maringá, Tânia Periotto; e de Munhoz de Mello, Tatiane Aparecida Sanches Macedo Roberto. O papel deles é organizar as reuniões, elaborar documentos e encaminhar convites para especialistas participarem dos encontros.

Calendário

Outra decisão foi estabelecer o calendário de atividades. Serão realizadas reuniões mensais, sempre às quartas-feiras, às 14 horas. A próxima ficou marcada para o dia 11 de agosto. O tema central será a volta das aulas presenciais.

Undime

A presidente da União dos Dirigentes Municipais de Educação do Estado do Paraná (Undime), Marli Regina Fernandes da Silva, também, participou do encontro. Ela aproveitou para divulgar a entidade e convidar os secretários a se filiarem. Citou que a Undime está presente nas principais discussões tanto no Governo Federal quanto no Estadual e que é voz ativa em defesa do ensino público de qualidade e pela valorização dos profissionais, que atuam na área.

Prêmio

No encerramento da reunião, a coordenadora da Câmara Técnica apresentou o regulamento do Prêmio “Práticas que Transformam - Alinhando Inovações e Boas Ações”. A iniciativa é da Secretaria de Maringá, com abrangência regional. A proposta é reconhecer e valorizar as atitudes e comportamentos dos profissionais da Educação. São várias modalidades e categorias, que contemplam todo o quadro de servidores da área.

SERVIÇO

Composição do Comitê Gestor

Ângulo - Tânia Cristina Cintra Brunhera

Astorga - Camila Silva Rosa

Atalaia - Ariane Vilhena de Paiva

Ivatuba - João Paulo Pacheco Rodrigues

Maringá - Tânia Regina Corredato Periotto

Munhoz de Mello - Tatiane Aparecida Sanches Macedo Roberto

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